O que foi um grande desaponto no julgamento da exigência do diploma de jornalista pelo STF,na semana passada, passa agora a ser pensado de forma um tanto consoladora pela classe da imprensa e jornalistas de Chapecó. Os meios de comunicação da cidade se dizem priorizar profissionais formados na hora da contratação visando à qualificação dos mesmos pelo tempo de academia. De acordo com Paulo Gomes, diretor de jornalismo da Rádio Super Condá, a emissora é a favor do Diploma e acredita que a associação dos jornalistas continuará batalhando pela exigência “Apesar do rádio ter o improviso iremos optar por formados, um exemplo é a jornalista que trabalho conosco”, afirma ele.
Esse é o mesmo pensamento que Lóide Biazus, empresária da Revista Anna Lóide, ela afirma que o profissional formado é mais segurança no trabalho “Sabemos que quem está formado está preparado pro campo, assim é garantia de que boas coisas irão sair”, diz ela. Lóide ainda lamenta a não exigência do diploma e defende a vida acadêmica dos profissionais de comunicação.
Já o Diretor interino do Jornal Diário do Iguaçu, Wagner Gris, diz que é lamentável e equivocada a posição do Supremo. Wagner diz ainda que não acredita em mudanças nas cadeiras universitária, pois, a área jornalística há muito espaço a ser preenchido. “Acredito que a extinção da exigência do diploma vai pressionar ainda mais as universidades, que terão uma obrigação ainda maior de preparar jornalistas competentes para o trabalho.