Depois do Supremo Tribunal Federal decidir por 8 votos a 1 que o diploma de jornalismo não é obrigatório para exercer a profissão, um clima de descontentamento e indignação ficou no ar.
Mas será que os chefes de redação dos meios de comunicação aqui de Chapecó gostaram da decisão ou não?
Segundo o chefe de jornalismo da Ric Record, Rafael Henzel, que é formado em jornalismo, não é o diploma que transforma o profissional. Rafael ressalta ainda “ Quantos jornalistas, vocês conhece que assina o expediente de um jornal mesmo sem trabalhar no veículo? Isso é muito comum. Quantos jornalistas diplomados “vendem” reportagens para prefeituras?“
Para ele o importante é que o profissional trabalhe com criatividade e ética. E isso não é o diploma que vai oferecer e sim o bom profissional. “Jornalista ou não, somente os que demostrarem interesse permanecerão nos veículos de comunicação”.
Já na opinião do subdiretor e jornalista do jornal impresso Diário do Iguaçu, Wagner Gris, a decisão do STF foi lamentável e é uma decisão equivocada. Ele afirma ser contra a decisão, mas agora é importante que os profissionais formados mostrem competência a cada dia.
Para Paulo Gomes, Editor Chefe da Rádio Super Condá, “pessoas competentes também atuam no mercado de trabalho sem diploma, mas sempre buscam o aperfeiçoamento, pois a teoria só soma na prática”.
Sobre o futuro do mercado, Wagner Gris comenta que “Não acredito em muitas mudanças para os profissionais formados nas cadeiras universitárias, porque há muito espaço a ser preenchido no meio jornalístico”.
Já Rafael, nada mudará. “O salário será o mesmo, os profissionais também e as emissoras continuarão contratando os melhores. Creio que as universidades sofrerão mais”.
A opinião de Paulo Gomes se assemelha com a do Rafael, para ele “os bons e competentes vão permanecer no mercado, apartir daqui nós que vamos decidir como queremos construir o futuro”.
Quarta-feira, dia 17 de junho de 2009, passa a ser uma data marcante para os jornalistas. Ela passa a representar a preocupação com a profissão e com o futuro da atuação jornalistica no Brasil. Foi aprovada, por 8 votos contra 1, a não obrigatoriedade do diploma para exercer a função de jornalista.
Isso representa que qualquer pessoa, com qualquer nível de instrução pode atuar em veículos de comunicação. Segundo o relator do processo, presidente do Supremo Tribunal Federal – o ministro Gilmar Mendes, sim.. .aquele dos capangas no Mato Grosso – alegando que a restrição do exercício da profissão apenas por profissionais formados fere o direito a liberdade de expressão social. Desculpas esfarrapadas, mas que levaram a uma decisão história e que retrocede no avanço quanto a informação de qualidade e com credibilidade.
Apesar de toda contradição e repercussão desse fato a decisão está tomada. Ainda assim editores de diversos veículos de comunicação afirmam a importância da formação superior em Comunicação Social.
A empresária, proprietária da Revista Ana Lóide, e estudante de Jornalismo, Lóide Biazus, afirma a importância da formação superior: “a formação de jornalista é super importante. Ela promove uma visão diferente do profissional enquanto a sua função de formador de opinião, o profissional aprende na graduação os diversos públicos e as diferentes formas da atuação da notícia na vida de quem lê”. Lóide acredita que a queda do diploma não vai afetar a contratação de jornalistas no mercado de trabalho: “o pessoal vai contratar quem tem diploma, porque vai ver o diferencial do profissional que vai trabalhar. Além de escrever bem, tem fundamentação teórica”.
Graduado em História, e cursando Jornalismo, Paulo Gomes é radialista da Rádio Super Condá de Chapecó. Atuando na área a muitos anos ele afirma que a intenção da rádio é continuar contratando profissionais formados no curso: “o processo de qualificação no rádio precisa contar com o suporte do aprendizado teórico oferecido pela academia. Muitas vezes você precisa o dom da comunicação para conseguir a improvisação no momento que é necessário. Esse é um dos motivos pelos quais a rádio defende e pretende contratar somente profissionais formados ou na graduação. Eu sou exemplo disso, e tem mais colegas de rádio no curso também”.
“É inconcebível que um profissional atue nessa área sem qualificação. O jornalista permeia nos diversos assuntos sociais e busca sempre indagar as diversas situações com compromisso ético e social”. Mais um motivo apontado por Gomes para a defender a importância do diploma.
Parece que só os ministros não percebem, ou não valorizam a qualidade de informação que a população recebe.
O que foi um grande desaponto no julgamento da exigência do diploma de jornalista pelo STF,na semana passada, passa agora a ser pensado de forma um tanto consoladora pela classe da imprensa e jornalistas de Chapecó. Os meios de comunicação da cidade se dizem priorizar profissionais formados na hora da contratação visando à qualificação dos mesmos pelo tempo de academia. De acordo com Paulo Gomes, diretor de jornalismo da Rádio Super Condá, a emissora é a favor do Diploma e acredita que a associação dos jornalistas continuará batalhando pela exigência “Apesar do rádio ter o improviso iremos optar por formados, um exemplo é a jornalista que trabalho conosco”, afirma ele.
Esse é o mesmo pensamento que Lóide Biazus, empresária da Revista Anna Lóide, ela afirma que o profissional formado é mais segurança no trabalho “Sabemos que quem está formado está preparado pro campo, assim é garantia de que boas coisas irão sair”, diz ela. Lóide ainda lamenta a não exigência do diploma e defende a vida acadêmica dos profissionais de comunicação.
Já o Diretor interino do Jornal Diário do Iguaçu, Wagner Gris, diz que é lamentável e equivocada a posição do Supremo. Wagner diz ainda que não acredita em mudanças nas cadeiras universitária, pois, a área jornalística há muito espaço a ser preenchido. “Acredito que a extinção da exigência do diploma vai pressionar ainda mais as universidades, que terão uma obrigação ainda maior de preparar jornalistas competentes para o trabalho.
No último dia 17, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu , por oito votos a um, que é inconstitucional a obrigatoriedade do diploma em curso superior específico para o exercício da profissão de jornalista no Brasil.
Os ministrosreceberam o recurso ajuizado pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo (Sertesp) e pelo Ministério Público Federal (MPF) contra uma decisão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região que tinha afirmado a necessidade do diploma.
O chefe de edição da emissora RIC – Record, o jornalista Rafael Henzel, respondeu às questões do jornalismo a partir da não obrigatoriedade. Acompanhe:
Qual é a opinião do senhor a respeito da queda da exigência do diploma de jornalista?
Rafael Henzel – Esta é uma questão bem ampla. Quase tudo já foi dito a favor e contra. A minha opinião, não é de agora, mesmo quando eu estava na faculdade é que o mercado faz a separação do bom e mau profissional. Não é o diploma que transforma o profissional. É o conhecimento teórico e técnico que o candidato pode obter através de outras fontes que não sejam as universidades. Sempre fui a favor da liberdade de expressão. Quantos jornalistas, vocês conhece que assina o expediente de um jornal mesmo sem trabalhar no veículo? Isso é muito comum. Quantos jornalistas diplomados “vendem” reportagens para prefeituras? Esta é minha opinião. Estou lutando por uma carreira criativa, ética e profissional que não será o diploma que irá me oferecer.
A emissora Ric Record Chapecó, dá mais valor ao jornalista formado na hora de uma contratação?
Rafael Henzel -Em nenhum lugar do Brasil você “ganhará”a vaga se for um jornalista com deficiência técnica e criativa. As emissoras querem qualidade, experiência, gente que não se esconde atrás de uma diplomação para exigir uma contratação. Se for jornalista e é bom, será contratado. Caso contrário ficará na fila.
Após essa queda da exigência como o mercado funcionará?
Rafael Henzel- Nada mudará na minha opinião. Sinto isso pelos contatos que tenho pelo Brasil. O salário será o mesmo, os profissionais também e as emissoras continuarão contratando os melhores. Creio que as universidades sofrerão mais. Mas como são particulares deverão se adaptar. Jornalista ou não, somente os que demostrarem interesse permanecerão nos veículos de comunicação.
Veja a reportagem sobre a não obrigatoriedade do diploma
O jornalista e Subeditor( exercendo temporariamente a função de Editor-Chefe) do Jornal Diário do Iguaçu, Wagner Gris, também respondeu às questões do exercício da profissão:
Qual é a sua opinião a respeito da queda da exigência do diploma ?
Wagner Gris – é uma decisão equivocada e lamentável, mas ficar apenas chorando o leite derramado não adianta. Sou contra a decisão, mas a vida segue e temos que mostrar com competência, cada dia, que sabemos fazer com mais qualidade e eficência as atividades pertinentes à profissão de jornalista.
O Jornal Diário do Iguaçu, dá mais valor ao jornalista formado na hora de uma contratação?
Wagner Gris- Há cerca de dois anos, e até o momento, só eram contratados jornalistas formados. A partir de agora não sei. Será uma definição dos proprietários em acordo com a editora-chefe.
Após essa queda da exigência como o mercado funcionará a partir desta mudança?
Wagner Gris – Não acredito em muitas mudanças para os profissionais formados nas cadeiras universitárias, porque há juito espaço a ser preenchido no meio jornalístico. Ao mesmo tempo, têm muitos profissionais( não – formados) que ainda não justificaram os empregos que possuem com competência e apenas estão empregados por interferências políticas. Daqui a pouco, as empresas e assessorados vão se dar conta de que estão ficando para trás e vão exigir profissionais com mais competência. Acredito que a extinção da exigência do diploma vai pressionar ainda mais as universidades, que terão uma obrigação maior de preparar jornalistas competentes para o trabalho, para não desovar um novo grupo de desempregados no mercado a cada fim de semestre.
“O registro existente não terá nenhuma força jurídica”, afirma o presidente do STF
Confira a matéria sobre a decisão no STF
Na plenária de votação, o ministro do STF, ministro Gilmar Mendes, comparou a profissão à de chefe de cozinha. Ele disse que “um excelente chefe de cozinha certamente poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima o Estado a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área” e acredita que outras profissões também podem perder a obrigatoriedade. Na votação, foram 8 votos contra 1. Apenas Marco Aurélio Mello, ex-presidente do STF, foi contra o fim do diploma.
O que você pensa a respeito do diploma de jornalista?
R: Pessoas competentes também atuam no mercado de trabalho sem diploma, mas sempre buscam o aperfeiçoamento, pois a teoria só soma na prática. Não concordo com a comparação que o ministro Gilmar Mendez fez com os jornalistas.
Veja a opinião de alguns editores da nossa cidade e região!
Quando você for contratar vai dar mais valor para o formado ou para o não formado?
R: Quem ainda não é formado aqui na rádio, já está buscando o aperfeiçoamento. Não contratamos quem não tem interesse em fazer jornalismo ou se identifica com a área. Com certeza vou dar preferência para o competente e formado ou a busca da formação.
Como você vê que o mercado funcionar a partir desta mudança?
R: Os bons e competentes vão permanecer no mercado, apartir daqui nós que vamos decidir como queremos construir o futuro.
Antônio Minella – Editor Chefe do Jornal Sentinela Ita
O que você pensa a respeito do diploma dos jornalistas?
R: Para ser um bom profissional não precisar ter um canudo na mão! Mas é essencial saber a teoria para aplicar na prática isso em todas as profissões. Para o jornalismo é muito importante a pessoa saber escrever corretamente e ter noção sobre o que vai enfrentar no dia- a –dia. Uma conquista que tivemos nos tempos passados e que agora foi por “água baixo”, nem por isso devemos baixar a cabeça, agora sim vamos lutar para que nossos direitos sejam reconhecidos e mostrar que nosso diploma tem que ser reconhecido.
Quando você for contratar vai dar mais valor para o formado ou para o não formado?
R: É claro que o jornalista formado vai ter mais oportunidade, pois vai chegar à empresa com uma noção de como é o mercado de trabalho.
Como você vê que o mercado funcionará a partir desta mudança?
R: O mercado agora ainda é incerto, até os grandes empresários da comunicação saíram ganhando com essa decisão. O nosso futuro está incerto, gostaria de fazer um desafio ao senador vamos colocar os cozinheiros para informar o mundo, que noticia vai sair???? O piso salarial já está baixo, como vai ser daqui pra frente?
O que você pensa a respeito da queda da exigência do diploma de jornalista?
R: Todas as profissões surgiram no mundo antes da universidade. Ela traz mais conhecimento é um aperfeiçoamento cientifico das coisas. Tanto os jornalistas quanto outros profissionais não dependem só da universidade e sim da dedicação, do respeito da ética que essa pessoa tem. Ele pode ser um jornalista formado, mas antiético. Mas você pode ter uma pessoa que não é formada e se dedicar muito, ter ética e responsabilidade como um jornalista.
Quando você for contratar vai dar mais valor para o formado ou para o não formado?
R: Vou dar valor para o formado competente e ético, mas isso depende se ele não for formado e ser competente e ético também vai ter seu emprego garantido. No entanto, aquela pessoa que nasceu com o dom e fazer a coisa certa, mesmo não tendo o diploma com certeza vai dar um bom resultado.
Como você vê que o mercado funcionará a partir desta mudança?
R: Os bons vão permanecer no mercado, isso independente de ser formado ou não. Se a pessoa tiver formação e conhecimento vai agregar mais valores na prática.
Para exercer a profissão de jornalista, não é mais necessário que o profissional tenha cursado o ensino superior na área da comunicação social e mais precisamente, na habilitação em jornalismo. Essa foi a decisão tomada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na última quarta-feira, 17.
Na plenária de votação, o ministro do STF, ministro Gilmar Mendes, comparou a profissão à de chefe de cozinha. Ele disse que “um excelente chefe de cozinha certamente poderá ser formado numa faculdade de culinária, o que não legitima o Estado a exigir que toda e qualquer refeição seja feita por profissional registrado mediante diploma de curso superior nessa área” e acredita que outras profissões também podem perder a obrigatoriedade. Na votação, foram 8 votos contra 1. Apenas Marco Aurélio Mello, ex-presidente do STF, foi contra o fim do diploma.
As chefes de edição das revistas Agromais(nacional) e Flash Vip(local) responderam as questões:
a) Opinião sobre a decisão;
b) Para trabalhar na revista, contrataria com diploma ou sem?
c) E o futuro da profissão?
Veja o que elas pensam sobre a decisão do STF:
- Carla Grace Medeiros Hirsch, 44 anos, jornalista formada na Unochapecó, editora chefe da revista Flash Vip:
a) “Acho a não exigência do diploma para jornalistas um retrocesso para a profissão. Estamos involuindo após anos de conquistas para uma informação de qualidade. Não quero aqui afirmar que’somente quem tem diploma consegue se adequar a essência básica do jornalismo, mas sim ressaltar que os fundamentos acadêmicos vão muito além do que meras teorias. Afirmar que o diploma não assegura ética não vale apenas para o jornalismo, o diploma não assegura ética para profissão nenhuma, porém assegura conhecimento fundamentado e isso um bom colunista muitas vezes pode não oferecer. Creio que estão confundindo os papéis, colunista é colunista, jornalista é muito diferente. Não podem colocar tudo no mesmo campo e tratar todos iguais. Infelizmente o tribunal não reconheceu isso.
b)“Claro que sim, o jornalista formado tem mais condições de desempenhar suas funções. Não tenho tempo para ficar explicando o que é um lead.
c) “O mercado agora ainda é incerto. As redações serão tomadas por quem? E os grandes empresários da comunicação sairam ganhando com essa decisão. O piso salarial já é baixo e agora nem piso mais precisa.”
- Luzi Léa Stürmer Patussi, formada em Jornalismo na Unochapecó, editora-chefe da revista Agromais:
a) “Exerço a profissão há mais de 20 anos e comecei a trabalhar como repórter de televisão na década de 80. Mesmo tendo a experiência eu sempre tive a pretensão de freqüentar uma faculdade e por isso durante 4 anos e meio freqüentei o Curso de Comunicação Social. Fiz a faculdade porque acho mais que necessário e primordial para o exercício da profissão, o profissional ter a formação acadêmica para exercer o jornalismo. Atualmente sou editora de uma revista nacional, chamada Agromais, focada no segmento agroindustrial e ‘assino’ a revista com o maior orgulho de poder dizer ‘eu sou jornalista’.
“Por isso, esta triste e lamentável decisão do Supremo Tribunal Federal que decidiu pela não obrigatoriedade de diploma faz com que nós jornalistas formados, nos sentimos ‘lesados’ no exercício da profissão em todos os sentidos. Primeiro porque freqüentamos uma faculdade e pagamos por isso, certo? Segundo porque os outros que não tem a formação terão o mesmos direito que nós. Qualquer pessoa pode se intitular jornalista agora, e queira ou não esta decisão vai dar ‘asas a quem não sabe voar’. ‘Viva a República Tupiniquim’. Quem sabe agora, depois desta decisão os ‘entendidos’ vão abolir a exigência de formação de pilotos de avião e neurocirurgiões!!!
“Lamentável!!! É isso que penso, mas um País como o Brasil que anda na contra-mão da educação, que tem um presidente ‘que não sabe de nada’ nas horas que o povo mais precisa, não pode ser considerado um pais sério, não é mesmo? Desculpe o meu desabafo, mas estou muito indignada, na verdade triste, e espero que os jornalistas de todo o Brasil se unam contra esta decisão.
b) “Com certeza eu daria e vou dar sempre mais oportunidade de trabalho para um jornalista formado, pois sei o que passei dentro de uma faculdade e sei a formação que temos.
c) “O mercado deverá continuar contratando profissionais qualificados para exercer a profissão, caso contrário o caos ficará maior ainda…”
O Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) prevê para esse inicio de semana, chuvas nas regiões Norte e Nordeste do Brasil, principalmente no nordeste da Bahia, Sergipe e Alagoas.
Conforme a Agência Estado, a previsão do tempo mostra chuva significativa nesse início de semana entre nordeste do Pará, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e nordeste da Bahia, incluindo o Recôncavo Baiano. Destes, Ceará, Bahia, Maranhão e Piauí são os estados mais atingidos pelas chuvas nas últimas semanas no país, com temporais que provocaram enchentes e mortes e deixaram desabrigados.
Dados da Defesa Civil do Maranhão, apontam que são 182 mil atingidos em todo o estado e faltam abrigos. Para tentar amenizar um pouco a situação, a Defesa Civil de Salvador lançou uma cartilha com dicas que orientam como evitar situações de risco em casos de chuvas fortes e enchentes. A cartilha faz parte da Operação Chuva 2009.
Cerca de 2.600 quilos de alimentos foram distribuídos às vítimas das enchentes na zona sul de Teresina, no Piauí, no domingo, 10. Plantações de arroz, milho, mandioca e feijão foram levadas pelas enchentes. Situação que preocupa também outros estados atingido pelas chuvas.
A Defesa Civil do Piauí registrou, até agora, 37 municípios estão em situação de emergência por conta das chuvas, que já afetaram 60.155 pessoas. Deste total, 4.149 estão desabrigadas e 9.681 estão desalojadas.
No sul do Brasil, que sofre com a seca prolongada, a previsão é de sol e calor com pancadas de chuva no norte e oeste do Paraná e oeste de Santa Catarina.
Em Santa Catarina, 95 municípios estão em situação de emergência pela falta de água. A população atingida pela seca soma mais de 1 milhão de pessoas, 18% da população total, segundo o governo do estado, que vai repassar R$ 1 milhão para os municípios que decretaram estado de emergência.
Para o Rio Grande do Sul, há previsão de pancadas de chuva no fim do dia entre o oeste e sul do estado.
Segundo o engenheiro agrônomo da Epagri de Chapecó, Ivan Baldissera, chuvas e estiagem prolongadas serão cada vez mais frequentes no Brasil. Outra mudança é em relação ao clima que, segundo ele, tende ficar cada vez mais parecido, não existindo diferenciação acentuada de temperatura entre inverno e verão.
No período de 2 a 4 de junho, em Belém (PA), acontece o IX Workshop Brasileiro de Inteligência Competitiva e Gestão do Conhecimento (WBICGC). O objetivo é discutir o papel da inteligência competitiva e gestão do conhecimento junto aos vários segmentos da sociedade, aproximando as áreas envolvidas com o acesso, tratamento e compartilhamento da informação e do conhecimento. Nessa edição, a Amazônia é o tema central da programação pela sua comprovada relevância na produção de conhecimentos científicos no campo ambiental, econômico e sociocultural, em consonância com a realidade nacional e internacional. A realização do evento é fruto de uma parceria entre o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (Ibict/MCT) e a Empresa Brasileira de Pesquisas Agropecuárias (Embrapa).
O chefe-adjunto de Comunicação e Negócios da Embrapa Amazônia Oriental, Michell Olívio Costa, ressalta que a realização do workshop merece destaque no estado do Pará e, sobretudo, para a região Norte, por ser uma oportunidade para discussão e reflexão de como a ciência da informação pode contribuir para o desenvolvimento sustentável da região Amazônica. “A gestão inteligente da informação e do conhecimento tácito e tecnológico é, certamente, um dos caminhos que as instituições podem trilhar a fim de colaborar e promover o desenvolvimento sustentável da Amazônia”.
O IX WorkshopBrasileiro de Inteligência Competitiva e Gestão do Conhecimento ocorre dentro da programação de comemoração dos 70 anos de pesquisa agropecuária na Amazônia Oriental. Com a realização dessa edição, vislumbra-se a aproximação de áreas do conhecimento envolvidas com o acesso, tratamento e compartilhamento da informação e do conhecimento, sobretudo gestão da informação e do conhecimento, inteligência (organizacional, tecnológica e competitiva), arquitetura da informação, sistemas informacionais e tecnologias de informação e comunicação, nos mais diversos segmentos da sociedade.
Segundo a doutora Lena Vania Ribeiro Pinheiro, professora e pesquisadora da Coordenação de Ensino e Pesquisa, Ciência e Tecnologia da Informação do Ibict, a realização dessa edição é de grande importância para a expansão da inteligência competitiva e gestão do conhecimento. “O Ibict, ao promover o evento juntamente com a Embrapa Amazônia Oriental, estende as suas ações a uma região de dimensão estratégica da maior relevância para o Brasil e o mundo, cumprindo sua missão no âmbito da informação científica e tecnológica”,
O evento acontece no Brasil desde 1999. É um fórum dedicado a acompanhar a evolução do panorama nacional da área no que diz respeito à aplicação de modelos de gestão de inteligência competitiva e à formação de recursos humanos em empresas, de modo a contribuir para torná-las mais competitivas no mercado global e seu crescimento mais sustentável. A promoção desses encontros é fruto de uma articulação entre universidades, institutos de pesquisa, sociedades, associações profissionais e organizações e empresas do setor produtivo.
A competividade e a busca constante pela inovação de produtos e serviços em um ambiente globalizado fazem com que, hoje, as empresas estejam mais atentas aos cenários e tendências mundiais. Com esse novo olhar, elas objetivam se alinharem com o que há de mais moderno em processos de gestão do conhecimento (GC) e inteligência competitiva (IC). Ambas estão fortemente interligadas e partem necessariamente das diretrizes estratégicas da organização. A GC e a IC conduzem a uma organização mais deliberada e sistemática das principais políticas, processos e ferramentas gerenciais e tecnológicas para fomentar a inovação e articular a codificação, captura, análise, validação, disseminação, compartilhamento e uso de conhecimentos estratégicos do ambiente. A expansão da inteligência competitiva e gestão do conhecimento no Brasil, com a produção de pesquisas e estudos e implantação de práticas, bem como a criação de novos cursos e a fundação de associações na área, permitiu a regularidade dos workshops e a agregação de outros eventos de igual importância no Brasil.
Pesquisadores, empresários, professores, estudantes, profissionais e responsáveis pela implementação e gestão de projetos de inteligência competitiva, contrainteligência competitiva e segurança orgânica, gestão do conhecimento, estratégia, marketing e tecnologia da informação, no conjunto dos trabalhos do workshop, participarão ativamente das discussões que serão colocadas em pauta. Para a abertura, estão sendo esperados o chefe geral da Embrapa Amazônia Oriental, Cláudio José Carvalho, o diretor do Ibict, Emir Suaiden, a consultora Gilda Massari Coelho, o presidente da Finep, Luis Manuel Fernandes, e o secretário de Estado de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia, Maurílio de Abreu Monteiro. O diretor executivo da Embrapa, Kleper Euclides Filho, participa da conferência de abertura.
Na semana passada o criador da Amazon, Jeff Bezos, e o presidente do jornal The New York Times, Arthur Sulzberger Jr apresentaram o “Kindle DX”.
Este produto é a nova versão do leitor digital que a Amazon pôs no mercado em 2007. Uma das novidades do produto é a tela, que mede 24,6 centímetros na diagonal - mais que o dobro do modelo anterior (Kindle 2).
Além da novidade da tela esse produto vem com suporte a 3G e é capaz de reproduzir até 16 tons de cinza e sua tela rotaciona automaticamente de acordo com a orientação. Ele vai custar 98 euros a mais que seu antecessor, ou seja U$ 489,00.
Servirá também para armazenar documentos pessoais e até produzidos pelo mesmo, funcionando assim para carregar manuais, catálogos e material de consulta para profissionais, autores e técnicos de manutenção.
O alvo da Amazon com o Kindle DX são os estudantes. Há acordos com editoras de livros didáticos e cinco universidades americanas vão passar a usar o gadget em sala de aula: Arizona State University, Case Western Reserve, Princeton, Reed e a University of Virginia’s Darden School of Business.
Veja como ele pode ser usado:
A Amazon aposta que o Kindle DX vai ser uma nova plataforma de distribuição de jornais. Será?
A maior estiagem dos últimos quarenta anos afeta o abastecimento e provoca prejuízos na agricultura
A falta de chuva nas regiões Oeste, Meio-oeste e Serra de Santa Catarina agravam a cada dia a situação, mas parece que a tão esperada chuva boa cairá no estado nesta semana. Os prejuízos com a seca não se restrigem apenas a falta de água e a precariedade no abastecimento, afetam a produção no campo, o plantio e a pecuária.
No Oeste, a estiagem prejudicou a safra do feijão, milho, soja e a produção leiteira. De acordo com o vice-presidente da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina – FAESC – (em entrevista ao jornal Diário Catarinense), Enor Barbieri, a perda na safra do milho chega a 15%. Só em Chapecó o prejuízo nas propriedade rurais chega a R$11 milhões.
A solução para o problema vem do céu e, ao que tudo indica, o alívio em forma de gotas d’água chegará na noite desta terça-feira. A meteorologia prevê que a chuva permanecerá no estado até a madrugada de sexta-feira. No entanto, ainda não será suficiente para resolver o problema por completo, afinal são esperados apenas 50 milímetros.
Menos de um terço das mulheres faz mamografia quando o médico indica o exame.
Desde o dia 29 de abril entou em vigor a lei que obriga que a mamografia (exame que detecta o câncer de mama) deve ser feito de graça para mulheres com mais de 40 anos, em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS). O câncer de mama é uma das doenças que mais mata no Brasil. Em 2008 cerca de 50 mil mulheres devenvolveram a doença, segundo estimativa do Instituto Nacional do Câncer.
Exame é um dos principais na prevenção do câncer de mama.
Rede pública conta com 1.246 mamógrafos em operação no país.
Durante uma pesquisa realizada em cinco capitais brasileiras, 47% das mulheres entrevistadas ainda relacionam a doença a problemas emocionais e estresse, contrariando as evidências científicas. O câncer de mama está relacionado a histórico de câncer de mama na família, menopausa tardia, reposição hormonal, consumo de álcool,obesidadee não ter filhos.
O gineconcologista Sérgio Simon, demonstra a relação que as brasileiras tem com o câncer de mama. Das entrevistadas, somente 29% fazem mamografia quando o médico indica o exame. A conseqüência disso é um índice de 10% de detecção precoce, na qual o tumor teria maior chance de cura, poupando as pacientes de cirurgias mutiladoras e sofrimentos maiores no tratamento.
Estima-se que cerca de 400 mil mulheres têm câncer de mama no país, e esse é o tumor maligno que mais mata no sexo feminino. O conhecimento dos fatores de risco e a realização de exames periodicamente podem diminuir o impacto dessa doença no Brasil.
Rede capacitada
A rede pública e os hospitais particulares que têm convênio com o SUS estão capacitadas a atender a população nessa faixa etária. “O Ministério da Saúde vem trabalhando há alguns anos na certificação e na qualificação dos serviços públicos porque realmente não basta a mulher fazer o exame de mamografia. É preciso que o exame seja de boa qualidade”, afirma Dr Sérgio. É importante que a população entenda que deve procurar inicialmente os postos de saúde para poder agendar o seu exame.
Autoexame
Mesmo quem ainda não tem 40 anos, deve fazer o autoexame em casa. Após uma semana da menstruação a paciente deve examinar com toques, durante o banho, a região das axilas e as duas mamas de maneira a identificar eventualmente algum nódulo, alguma alteração na pele, alguma coisa diferente no mamilo. E caso isso aconteça, procurar o ginecologista ou mastologista, que é o médico habilitado a dar orientação e tomar as providências necessárias.
O número de casos de gripe suína confirmados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) chegou hoje a 4,694 mil em 30 países, número que inclui 53 mortes por causa da doença.
Brasil aparece nos dados mais recentes da organização com a confirmação de oito casos da doença.
saiba mais sobre a gripe:
A organização reiterou que não recomenda restringir as viagens por causa da gripe suína, mas afirmou orientar que as pessoas doentes com viagens programadas devem adiá-las.
Também recomendou às pessoas com sintomas gripais após uma viagem que procurem atendimento médico.
“Estas recomendações são medidas de precaução que podem limitar a propagação de muitas doenças transmissíveis, incluindo a gripe”, indicou a OMS.
Apesar do nome, a gripe suína não apresenta risco de infecção por ingestão de carne de porco e derivados. EFE
Com o surgimento da gripe suína, no que a Organização Mundial de Saúde (OMS) classifica de “pandemia iminente”, a economia já sofre com alguns setores.
As companhias aéreas e as agências de turismo, por exemplo, sofreram cancelamentos e adiamentos de viagens, e as indústrias farmacêuticas já sentem o aumento na demanda por medicamentos
Em Foz do Iguaçu, pessoas com sintomas da gripe devem procurar médico. Na alfândega que fica na fronteira com o Paraguai, placas pedem que as pessoas procurem o setor de saúde ao perceberem qualquer sintoma da nova gripe. No Paraguai, equipes distribuem máscaras e panfletos com informações.
A GRIPE
A gripe A (H1N1) é uma doença respiratória de porcos causada por um vírus influenza tipo A que causa regularmente crises de gripe em porcos. Ocasionalmente, o vírus vence a barreira entre espécies e afeta humanos. O vírus da gripe suína clássico foi isolado pela primeira vez num porco em 1930. Saiba o que conhecemos desta doença.
Como a gripe suína mata?
Na verdade, qualquer tipo de gripe pode matar, em especial pessoas com sistema imune (de defesa do organismo) enfraquecido. A gripe suína parece ser capaz de afetar gravemente pessoas com sistema imune mais forte, e seu mecanismo de ação ainda precisa ser estudado em detalhes. No entanto, o principal risco associado à doença é uma inflamação severa dos pulmões, que pode levar à insuficiência respiratória, ou seja, incapacidade de respirar direito. Outras complicações sérias têm a ver com lesões severas nos músculos, que podem levar a problemas nos rins e no coração, e mesmo, mais raramente, meningites e outros problemas no sistema nervoso central. Em todos esses casos, pode ocorrer a morte.
Quantos vírus de gripe suína existem?
Como todos os vírus de gripe, os suínos também mudam constantemente. Os porcos podem ser infectados por vírus de gripe aviária e humana. Quando todos contaminam o mesmo porco, pode haver mistura genética e novos vírus que são uma mistura de suíno, humano e aviário podem aparecer. No momento, há quatro classes principais de vírus de gripe suína do tipo A são H1N1, H1N2, H3N2 e H3N1.
Qual é o vírus que está causando a crise atual?
É uma versão nova do H1N1.
Como os seres humanos pegam gripe suína?
Normalmente, esses vírus não infectam humanos. Entretanto, vez por outra, mutações no vírus permitem que eles contaminem pessoas. Na maioria das vezes, os contágios acontecem quando há contato direto de humanos com porcos. Mas também já houve casos em que, após a transmissão inicial do porco para o homem, a partir dali o vírus passou a circular de pessoa para pessoa. Foi o caso de uma série de casos ocorridas em Wisconsin, EUA, em 1988. Nesses casos, a transmissão ocorre como a gripe tradicional, pela tosse ou pelo espirro de pessoas infectadas.
Consumir carne de porco pode causar gripe suína?
Não. Ao cozinhar a carne de porco a 70 graus Celsius, os vírus da gripe são completamente destruídos, impedindo qualquer contaminação
Para quem esperava que um jogo entre dois campeões invictos dos estaduais fosse equilibrado pode ter se decepcionado. A ausência de Ronaldo deu espaço para outro jogador brilhar e chamar a atenção de todos. Nilmar, do Internacional fez o Corinthians amargar o fim da sua invencibilidade.
Foram 26 jogos e 26 vitórias no Pacaembu, até que aos nove minutos do jogo de ontem surge Nilmar, camisa nove do Internacional, e faz um belo gol que garantiu a vitória do time do sul contra o paulista na estreia do Campeonato Brasileiro. Nilmar recebeu a bola na ponta direita e começou a driblar: passou por três adversários, invadiu a área, fez o giro sobre outro defensor do Corinthians e tocou no canto do goleiro Felipe.
O Internacional iniciou o jogo partindo pra cima do Corinthians, após o gol de Nilmar o time gaúcho relaxou, diminuiu a quantidade de ataques e passou o comando do jogo para os paulistas. O Corinthians se esforçou, criou boas chances, mas mesmo assim não conseguiu balançar a rede adversária. Já o Internacional se mostrou decidido e garantiu a vitória de um a zero contra o Corinthians.
Na próxima rodada do Campeonato Brasileiro, o Corinthians enfrenta o Botafogo, no Engenhão, na capital carioca. Já o Internacional volta a pegar um paulista e joga contra o Palmeiras, no Beira-Rio. As duas partidas estão marcadas para o domingo da semana que vem.
Um dos destaques do final de semana, ficou na arquibancadas. A média de público neste final de semana pela série A do Campeonato Brasileiro foi de 13.954 pagantes- a maior de uma rodada inicial de pontos corridos.
Mineirão lotado neste final de semana com o clássico entre Cruzeiro e Flamengo
Rodada inicial teve 25 gols marcados em 10 jogos
Sport x Barueri
De olho na Libertadores da América, o Sport Recife, não mostrou qualidade na primeira rodada do Brasileirão. Saindo na frente, o Barueri teve forças e buscou o empate nos acréscimos, final 1×1.
Avaí x Atlético – Mg
O time Catariense voltando a elite do campeonato brasileiro, até mostrou qualidade na primeira etapa. O time de Florianópolis, saiu na frente do time mineiro e esteve ganhando por 2 x1 até o final da partida. Porém, Celso Roth fez mudanças importantes na segunda etapa e arrancou o empate na capital catarinense, 2×2.
Palmeiras x Coritiba
Com todos os titulares no banco de reserva, o time do Palmeiras saiu perdendo por 1 x 0 contra o Coritiba. Porém na segunda etapa, Vanderlei Luxemburgo fez mudanças importantes e virou a partida por 3 x1 .
Atlético Paranaense x Vitória
No duelo entre os campeões estaduais o Baiano se deu melhor. Jogando fora de casa, o time sobre anular as principais jogadas do furacão paranaense e vencer a partida por 2 x 0.
Goiás x Nautico
O Náutico eliminado da Copa do Brasil, foi em Goiania e conseguiu o empate no final da segunda etapa. Depois de sair na frente, o time de Recife levou mais 3 gols. Porém não desistiu e empatou o jogo, 3 x 3.
Grêmio x Santos
Com um estádio lotado, e 100% de aproveitamento do técnico interino, Marcelo Rospide, o Grêmio foi para o ataque contra o Santos. Porém, Vagner Mancini armou uma retranca forte e explorou os contra – ataques. Resultado: jogo de GIGANTES. Apenas na segunda etapa o tricolor gaúcho marcou o gol com o zagueiro Réver, más aos 40 minutos Molina marcou um belo com de falta e empatou a partida, 1×1.
Cruzeiro x Flamengo
Mesmo com 1 homem a menos desde aos 14 minutos da primeira etapa, o Cruzeiro mostrou superioridade sobre o time carioca no Mineirão. Com gols de Kléber e Ramires, o time mineiro decretou a vitória e já assumiu a liderança do campeonato, 2×0.
Fluminense x São Paulo
Com a fase lá em cima, o Fluminense aproveitou embalo e abriu o placar logo aos 2 minutos jogo com um golaço do meio campista Maurício. Após o gol, o técnico Parreira armou uma retranca para segurar o São Paulo e conseguiu seu primeiro ponto em 2009 no campeonato, deixando para trás o atual tricampeão, final 1×0.
Internacional x Corinthias
Sem Ronaldo e mais oito titulares, o Internacional completou mostou sua força com o trio D’alessandro, Taison e Nilmar. Após deixar o Corinthias em 2207, Nilmar mostrou que é um dos melhores jogadores do país. Com uma jogada trabalhada com o trio colorado, Nilmar recebeu na meia esquerda e driblou nada mais que 6 jogadores do Corinthias e tocar no canto do goleiro. Final Internacional com um gol de craque 1, Corinthias com reservas zer0.
Santo André x Botafogo
Com a volta na elite do futebl brasileiro, o Santo André mostrou fome de bola na primeira etapa. Jogando em casa o time mostrou superioridade e saiu na frente. Porém, o vice campeão carioca mostrou garra na segunda etapa e empatou o jogo, final 1 x1.